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Dramaturgia Rural participa da Feira Paulista de Teatro do Oprimido

O Movimento de Dramaturgia Rural participou da V Feira Paulista de Teatro do Oprimido, realizada no Guarujá. Foram três dias de vivências sobre Teatro do Oprimido com outros grupos do Estado de São Paulo. Essa foi a primeira vez que o grupo participou com uma oficina de Teatro do Oprimido e Poética Rural, ministradas pelos multiplicadores Marjorie Costa e André Bastianon. Além da apresentação de Um Morro e Duas Cidades Num Planeta Enfermo, de Weber Carvalho.

Aproximadamente, 30 pessoas participaram da oficina, que teve duração de apenas duas horas e trouxe alguns jogos do Teatro do Oprimido e uma pequena introdução da Dramaturgia Rural. “Em cada exercício e tentativa de explicar ligeiramente o que seria a Dramaturgia Rural, as pessoas mostravam olhos curiosos e cheios de fome por nossas palavras e nossas interpretações sobre o teatro. Todos muito abertos á experimentações”, relatou Marjorie.

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Segundo a multiplicadora a idéia não era aprimorar o ator com técnicas de encenação e, sim levar a uma reflexão sobre o teatro escolhido. “Conhecer a si mesmo, conhecer o outro, se reconhecer enquanto sociedade e com isso, apresentar a Dramaturgia, que tem esses pontos em meio a sua pesquisa. Para o Movimento a oficina foi uma grande experiência, mais um avanço e um bom reflexo do que somos”, destacou.

A Dramaturgia Rural vai trabalhar com fábulas, analisando as influências da fábula nos valores morais de cada sociedade e a partir da moral de cada história, escrever uma nova história para o teatro. Segundo André Bastianon na oficina foram apresentados alguns pontos essenciais da Dramaturgia Rural como, a reflexão do Teatro do Oprimido, a criação da fábula, a moral e o surgimento da dramaturgia como um processo e não como mágica.

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Também houve uma videoconferência com o diretor do Movimento, Weber Carvalho, que está em Laos – um dos países da viagem de volta ao mundo acompanhado de Ingo Tietze – e Florência Benitez-Schaefer, professora no Mestrado de Estudos de Paz da Universidade de Innsbruck.

“Qualquer iniciativa de divulgar e multiplicar o Teatro do Oprimido será bem- vindo pelo Movimento de Dramaturgia Rural. Participar e contribuir de alguma maneira também é nossa responsabilidade. Acredito que a feira inicia quando voltamos para casa de malinha cheia e neste instante podemos colocar em prática tudo que discutimos e pensamos, com ações concretas e multiplicadoras”, ressaltou Weber.

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